Thailand uncovered – second visit

After a remarkable season in Myanmar, we returned to Thailand. Again with the Southern islands in our itinerary, we travelled to Ko Tao, an island that grants the second highest number of diving certificates in the world.
Although we didn’t plan to do something like that, we had heard several travellers strongly recommending the experience and, as such, we decided to take advantage of this opportunity.
Once again, backpackers’ comments proved to be the most relevant. This experience was absolutely stunning and we almost felt like babies discovering a new world. Being among a huge variety of fishes, in a natural and unharmful way, is something surprising for those used to watch them from a distance.
Following this period of greater adventure, Phi Phi islands received us with a “shy” weather. After spending the night on a boat, between severe thunderstorms, we looked for a hostel. As we usually didn’t book accommodation in advance, only at the third attempt we managed to settle in. Then, having left the backpacks in our room, and already in the company of a Portuguese couple also traveling through Asia, we walked around the island, while sharing some stories and experiences.
At night, we began to realize why the first hostels we went to were fully booked. Several people walking on the narrow and labyrinthine streets, others having fun in the countless bars, created a very characteristic and dynamic vibe.
The next day, we went in a small boat to Phi Phi’s most emblematic island. In a short period of time, we amazed ourselves with its fascinating and natural beauty. However, the amount of tourists that invades these spaces leaves a certain bitter taste, as it’s almost impossible not to think of the magnitude of these places if we were the only ones there.
Another side effect of the immensity of tourists was the unavailability of sellers to negotiate, breaking a frequent habit in this part of the world and interrupting our evolution in this art.

VERSÃO EM PORTUGUÊS
Depois de uma temporada marcante em Myanmar fomos, mais uma vez, para a Tailândia. Novamente com as ilhas do sul no nosso roteiro, deslocámo-nos até à conhecida ilha do mergulho, Ko Tao, o segundo local no mundo onde mais pessoas obtêm o respectivo certificado.
Embora não tivéssemos em perspectiva fazer algo do género, tínhamos ouvido vários comentários de viajantes a aconselharem vivamente a experiência e, como tal, decidimos aproveitar essa oportunidade.
Mais uma vez, e no que toca à validade dos comentários recebidos, são os dos viajantes “mochileiros” aqueles que mais valiosos se têm revelado. A experiência foi absolutamente deslumbrante e sentimo-nos quase como bebés a descobrirem um mundo novo. Estar entre os mais variados peixes e conviver de forma natural com eles é algo surpreendente para quem se tinha habituado a observá-los à distância.
Depois deste período de maior aventura, as ilhas Phi Phi receberam-nos com um tempo “envergonhado”. Após uma noite passada num barco, entre trovoada severa, procurámos um hostel à chegada. Como normalmente não reservamos alojamento, só à terceira tentativa conseguimos instalar-nos. Depois das malas pousadas, e já em companhia de um casal de Portugueses que também se encontrava a viajar pela Ásia, caminhámos pela ilha, enquanto conversávamos sobre as experiências acumuladas.
À noite, começámos a perceber a razão pela qual os primeiros hostels se encontravam esgotados. Várias eram as pessoas que deambulavam pelas ruas estreitas e labirínticas e, outras ainda, paravam nos vários bares a conversar e beber, conferindo uma vibração muito característica à ilha.
No dia seguinte, fomos num pequeno barco à ilha mais emblemática do conjunto que constitui as Phi Phi. Num curto espaço, admirámo-nos com uma diversidade natural fascinante e muito bela. No entanto, tudo isso tem um preço e, a quantidade de turistas que invade esses espaços, deixa um certo sabor amargo, pois é quase impossível não pensar na magnitude desses lugares se os “tivéssemos só para nós”.
Outro dos efeitos secundários da imensidão de turistas foi a indisponibilidade que encontrámos por parte dos comerciantes em negociarem, rompendo com um hábito frequente nesta parte do mundo e interrompendo a nossa evolução nesta arte.

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