Thailand uncovered – first visit

After Cambodia, the next destination was the most touristic of our journey. With the island of Koh Phangan, in Southern Thailand, in mind, we stopped one day in Bangkok and, for a moment, we felt a little bit of the vibration of its streets. Later, with 800km to go, we caught a train, a mini-bus, a bus and a ferry to get to that island. Although exhausting, we did that just buying one ticket, which made our lives much more easy. This is one of the points where the Thai tourism shows that it’s well-developed, mature, integrated and working cooperatively. This fact led us to the reflection on how tourism offer is structured in Portugal. Could we, being in Algarve, buy a single ticket that put ourselves right in front of Bom Jesus of Braga or Guimarães’ castle?
While arriving at the island, we witnessed a huge population fluctuation due to the Full Moon Party, the party of the full moon that occurs once a month. With 11,000 inhabitants, the island quadruples its population during this period. This party is widely known internationally for its freedom, being full of excesses and taking place in an idyllic scenery. The Full Moon Party, despite being “the” great agglutinator of people, is used as a great stimulus for other parties taking place on the days before, and also mobilizes people to other surrounding islands, in the following days.
A few days after this festive period, we head towards the North. Not being in the initial plans, we decided to postpone our trip to Koh Tao. This decision was motivated by the burning of João in a “fire ring”, one of the manifestations of Full Moon Party’s utter craziness. Due to our flexible approach to planning, we haven’t lost any hostel or activity booking.
In Chiang Mai, we found a charismatic and welcoming city. Apart from these features, this city is, at the same time, sophisticated and traditional, turning it into one of the most recommended places by other travelers. As a corollary, we were surprised by the jam session in a Jazz bar, a vintage barber shop that brought us into the 50s and also the small stores with handicrafts made by local artisans. Between these considerations and surprises, we went to Pai, 3 hours away from Chiang Mai. This village is a charming little version of Chiang Mai, with the same handicraft shops and live music bars, concentrated in a single “rhythmical” and captivating street.

VERSÃO EM PORTUGUÊS
Depois do Cambodja, o destino seguinte era aquele que se apresentava como o mais turístico da jornada. Com a ilha de Koh Phangan, no sul da Tailândia, em vista, parámos um dia em Banguecoque e, por breves momentos, pudemos sentir um pouco da vibração das ruas mais marcantes da cidade. Posteriormente, e com 800km para percorrer, apanhámos um comboio, um mini-bus, uma camioneta e um ferry para chegarmos à referida ilha. Embora cansativo, fizemo-lo comprando apenas um bilhete, o que facilitou imenso a nossa vida. Este é um dos pontos em que o turismo Tailandês demonstra que está bem desenvolvido, maduro e que trabalha integrada e cooperativamente. Esse facto conduziu-nos numa reflexão sobre a forma como a oferta turística em Portugal é estruturada. Será que conseguíamos, estando no Algarve, comprar um único bilhete que nos colocasse à porta do Bom Jesus de Braga ou do Castelo de Guimarães?
Na chegada à ilha, presenciámos a flutuação populacional fruto da Full Moon Party, a festa da lua cheia que ocorre uma vez por mês. Com 11.000 habitantes, a ilha quadruplica a sua população nesse período. A festa é amplamente conhecida internacionalmente pela sua liberdade, por ser dada a excessos e por ocorrer num cenário idílico. A Full Moon Party, apesar de ser “o” grande aglutinador de pessoas, é aproveitada como grande tónico para outras festas que ocorrem nos dias anteriores e, ainda, como mobilizador de pessoas para as outras ilhas circundantes, nos dias seguintes.
Alguns dias depois deste período festivo, rumámos em direcção ao norte do país. Não estando nos planos iniciais, decidimos adiar a nossa ida a Koh Tao. Essa decisão deveu-se a uma queimadura do João num “anel de fogo”, uma das manifestações de loucura da Full Moon Party. Face à nossa flexibilidade em termos de planeamento, não perdemos qualquer reserva de hostel ou actividade.
Em Chiang Mai, encontrámos uma cidade carismática e acolhedora. Além destas características, esta cidade é, ao mesmo tempo, sofisticada e tradicional, tornando-a num dos locais mais aconselhados por outros viajantes. Como corolário, fomos surpreendidos pelas jam sessions num bar de Jazz, uma barbearia vintage que nos transportou para os anos 50 e ainda pelas várias pequenas lojas com artigos feitos à mão por artesãos locais. Entre estas considerações e surpresas, deslocámo-nos até Pai, a 3 horas de distância. Esta vila é uma pequena e encantadora versão de Chiang Mai, com as mesmas lojas artesanais e bares com música ao vivo, concentrados numa única rua “ritmada” e cativante.

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