Cambodia uncovered

Continuing to the south of Asia, we went to Cambodia. Phnom Penhm, this country’s capital, was our first destination, where we got to know some of their recent history. For the first time on the trip, we got some metaphorical “punches on the stomach”. In just 4 years, from 1975 to 1979, about 3 to 8 million Cambodians died due to the actions of the Khmer Rouge regime, with the passivity of the international community. This reality, frightening by itself, was only recognized internationally nearly 20 years later. This fact makes us reflect to what extent the information we have today about other realities is the most correct and, besides, shows how little attention is usually devoted by the Western world to what happens far away from it.
Nevertheless, and despite the fact that this collective trauma took place not so long ago, local people have a remarkable sense of humor. They don’t hold grudges and, if it wasn’t the preservation of the memory of those times in specific places, we would never guess that Cambodians faced so painful events.
However, the past of this country is not only based on contemporary history. Near Siem Reap, there is Angkor Wat, now a city in ruins that, 1000 years ago, was home to 2 million people. Its water management system, completely innovative at that time, was an absolute benchmark, followed by many subsequent systems. As such, more than a set of impressive ruins, Angkor Wat is a physical testimony of a great ancient civilization.
Taking advantage of the appealing features of this site, Siem Reap also excels in terms of fun and partying, managing to combine the cultural dimension with the recreational component. As a result, this synergy turns this city into a must go destination in Southeast Asia.

VERSÃO EM PORTUGUÊS
Continuando para sul do continente Asiático, seguimos até ao Cambodja. Como primeiro destino, Phnom Penh, a capital do país, onde ficámos a conhecer um pouco da sua história recente. Pela primeira vez na viagem, éramos agredidos violentamente com vários murros no estômago. No espaço de 4 anos, de 1975 a 1979, cerca de 3 em 8 milhões de cambodjanos morreram devido às acções do regime do Khmer Vermelho, perante a passividade da comunidade internacional. Esta realidade, por si só aterradora, foi apenas reconhecida internacionalmente quase 20 anos depois. Esse facto, faz-nos reflectir até que ponto as informações que dispomos actualmente, relativamente a outras realidades, serão as mais correctas e, mais ainda, que a disponibilização de informação sobre acontecimentos longínquos, tem a sua importância mitigada pela distância.
Não obstante, e apesar da temporalidade muito curta deste trauma colectivo, o povo local apresenta uma boa-disposição e um sentido de humor assinaláveis. Não guardam ressentimentos e, não fosse a preservação da memória desses tempos em locais próprios, não diríamos que o povo cambodjano teria enfrentado acontecimentos tão dolorosos.
Porém, nem só de história contemporânea se faz o passado deste país. Perto de Siem Reap, encontra-se Angkor Wat, actualmente uma cidade em ruínas que, há cerca de 1000 anos atrás, albergava 2 milhões de pessoas. O seu sistema de gestão hídrica, único e completamente inovador à data, serviu de exemplo para vários sistemas subsequentes. Como tal, mais que um conjunto de ruínas impressionantes, Angkor Wat constitui um testemunho físico de uma grande civilização ancestral.
Aproveitando as características apelativas desse local, Siem Reap é também um foco de atracção em termos de diversão, conseguindo conjugar a dimensão cultural com a componente recreativa. Esta sinergia bem conseguida torna, assim, esta cidade numa referência incontornável do Sudeste Asiático.

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