The trip: Kijo’s perspective

What life would you choose to live if you could write it, just like a writer does, with his characters?
This is what this trip is all about. I‘ve been asked these days about the purpose of this trip and what it will mean for my future. The truth is that I don’t exactly know. However, I’m sure that, if my future Me was asked this question, 50 years from now, he would include this trip in the argument. And would make it epic!
I think people sometimes forget that, the only time we effectively live, is the present. Not the past. Not the future. However, they seem to live either regretting about the past or (not) living the future. That’s why Churchill said that “People wait all week for Friday, all year for Summer and all Life for Happiness”. And the funny thing is that, these people are not different. They are the same. The same person who waits all life for something is the same one who regrets later, for have doing (or trying) nothing.
Of course if somebody asks me if I’ll regret something, I would say probably the back pain, the consequences of the Spicy Indian food or the trouble I’m getting in with the Sequel “Gusto and Public Sacred Monuments”. However, I’m pretty sure it will worth it. Well, except for this last part.

VERSÃO EM PORTUGUÊS
Que vida escolherias viver se a pudesses escrever, como um escritor o faz com as suas personagens?
É disto que esta viagem se trata. Têm-me perguntado estes dias, qual o propósito da viagem e o que significará para o meu futuro. A verdade é que não sei exactamente. Contudo, tenho a certeza que se perguntassem ao meu “futuro Eu” esta questão, daqui a 50 anos, ele incluiria esta viagem no argumento. E torná-la-ia épica!
Eu acho que as pessoas às vezes se esquecem que, o único tempo que efectivamente vivemos, é o presente. Não é o passado. Não é o futuro. Contudo, elas parecem viver, ou lamentando o passado, ou (não) vivendo o futuro. Por essa razão é que o Churchill disse que “As pessoas esperam toda a semana pela Sexta-Feira, todo o ano pelo Verão e toda a vida pela felicidade”. O engraçado é que estas pessoas não são diferentes. A mesma pessoa que espera toda a vida por alguma coisa, é a mesma que se arrepende mais tarde por não ter feito (ou tentado) nada.
Claro que se me perguntassem se me vou arrepender de alguma coisa, eu diria provavelmente, as dores nas costas, as consequências da picante comida Indiana ou os problemas em que me vou meter com a sequela “Gusto e os Monumentos Públicos Sagrados”. Contudo, não tenho dúvidas que terá valido a pena. Bem, excepto por esta última parte.

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